Olá, queridos!
Interrompemos nosso relato ensolarado de Barcelona para informar que nevou em Alcalá de Henares esta madrugada. Acordamos com árvores, carros e passarinhos cobertos de neve. A paisagem, realmente, é linda. Houve uma neve de "mentira" em novembro, mas esta sim, foi a autêntica. Acho que é o aviso da natureza alertando para o começo da primavera.
sexta-feira, 4 de março de 2011
A ilha da Discórdia
Olá, queridos!
Atravessando a rua, cruzando o "Passeig de Gràcia", está o quarteirão mais polêmicos de fins do séc. XIX/ XX: a ilha da discórdia. O nome vem das discussões sobre os prédios erguidos ali. Lado a lado estão a casa Batló, reformada por Gaudí para o industrial de mesmo nome e a casa Amatller, construída para o chocolateiro Anotoni Amatller, por Josep Puig. Ambas estão abertas a visitação.
Entramos na casa Amatller e descobrimos também os aspectos do art nouveau: luzes, vidros coloridos e ferro. Todos adoravam trabalhar com este material, claro! Mas o curioso fica por conta dos detalhes da fachada. Como são Jorge é um dos padroeiros de Barcelona, o santo guerreiro foi lembrado ali, singelamente, matando o dragão.
Mais informações turísticas: www.rumoamadrid.com.br
Atravessando a rua, cruzando o "Passeig de Gràcia", está o quarteirão mais polêmicos de fins do séc. XIX/ XX: a ilha da discórdia. O nome vem das discussões sobre os prédios erguidos ali. Lado a lado estão a casa Batló, reformada por Gaudí para o industrial de mesmo nome e a casa Amatller, construída para o chocolateiro Anotoni Amatller, por Josep Puig. Ambas estão abertas a visitação.
Entramos na casa Amatller e descobrimos também os aspectos do art nouveau: luzes, vidros coloridos e ferro. Todos adoravam trabalhar com este material, claro! Mas o curioso fica por conta dos detalhes da fachada. Como são Jorge é um dos padroeiros de Barcelona, o santo guerreiro foi lembrado ali, singelamente, matando o dragão.
Mais informações turísticas: www.rumoamadrid.com.br
quinta-feira, 3 de março de 2011
Esculturas de Barcelona
Olá, queridos!
Tenho que contar um segredo para vocês: em nossa viagem a Barcelona não fomos a nenhum museu e não sentimos falta! A cidade, desculpem o clichê, já é uma grande galeria a céu aberto. Em qualquer lugar, praça ou esquina, há esculturas de todos os gostos, tamanhos e materiais. Não conseguimos identificar a todas, mas aqui vai uma pequena mostra do que vimos. Ao lado, temos o "Desconsolo", de Josep Llimona, no parque Ciudadela, em frente ao parlamento da Catalunha.
Lá atrás vocês podem admirar a escultura "Fish", de 1992, de Frank Gehry. Parece que o bicho vai mergulhar no mar a qualquer momento.
Esse rapaz colorido é o "Marc", de Robert Limos, de 1997. Acho o máximo esse contraste de cores ladeada por mastros brancos.
Tenho que contar um segredo para vocês: em nossa viagem a Barcelona não fomos a nenhum museu e não sentimos falta! A cidade, desculpem o clichê, já é uma grande galeria a céu aberto. Em qualquer lugar, praça ou esquina, há esculturas de todos os gostos, tamanhos e materiais. Não conseguimos identificar a todas, mas aqui vai uma pequena mostra do que vimos. Ao lado, temos o "Desconsolo", de Josep Llimona, no parque Ciudadela, em frente ao parlamento da Catalunha.
Casa Milà, la Pedrera
Olá, queridos!
Seguindo os passos de Gaudi conhecemos a casa Milà, aquela cheia de curvas sinuosas e varandas de ferro que fazem Oscar Niemayer parecer criancinha de jardim de infância. Construída para Roger Segimon de Milà, entre 1905 e 1907, no passeio da Graça, avenida que reúne lojas básicas como Gucci e Maximo Dutti. É possível visitá-lo por dentro e subir até o telhado, mas estava fora dos nosso planos de estudantes sem subsídios. Mas sem dramas: só a fachada merece a contemplação!
As grades das varandas, por exemplo, foram esculpidas (não há outro nome) em ferro por Josep Maria Jujol. Ele também era catalão e ajudaria o Gaudí no Parque Güell também. A casa é um dos símbolos da cidade, mas na época de sua construção foi considerada feia e apelidade pelos habitantes de "pedreira". Nada como o distanciamento do tempo para apreciar o belo. www.rumoamadrid.com.br
Seguindo os passos de Gaudi conhecemos a casa Milà, aquela cheia de curvas sinuosas e varandas de ferro que fazem Oscar Niemayer parecer criancinha de jardim de infância. Construída para Roger Segimon de Milà, entre 1905 e 1907, no passeio da Graça, avenida que reúne lojas básicas como Gucci e Maximo Dutti. É possível visitá-lo por dentro e subir até o telhado, mas estava fora dos nosso planos de estudantes sem subsídios. Mas sem dramas: só a fachada merece a contemplação!
As grades das varandas, por exemplo, foram esculpidas (não há outro nome) em ferro por Josep Maria Jujol. Ele também era catalão e ajudaria o Gaudí no Parque Güell também. A casa é um dos símbolos da cidade, mas na época de sua construção foi considerada feia e apelidade pelos habitantes de "pedreira". Nada como o distanciamento do tempo para apreciar o belo. www.rumoamadrid.com.br
quarta-feira, 2 de março de 2011
Santuário da Mãe de Deus do Carmo de Barcelona
Olá, queridos!
Andando por aí em Barcelona encontramos o conventos das carmelitas descalças. A igreja começou a ser construída em 1913 e inaugurada em 1921. De estilo eclético mistura influências bizantinas, góticas e modernas. O resultado? Lindo!! Mosaicos, lamparinas, arcos em profusão e vitrais, presidida por uma imagem de Nossa Senhora do Carmo.
Dependendo do ângulo parece que estamos em uma mesquita, uma igreja bizantina ou uma igreja católica romana. É paradoxal, mas ficou muito interessante. A igreja está localizada no bairro de Eixample (Expansão) por onde a cidade cresceu durante o século XIX. Ali, os arquitetos, patrocinados pela burguesia industrial barcelonesa, esmeravam-se para projetar casas incríveis. O templo não poderia ficar atrás e se destaca na profusão de novidades arquitetônicas.
Andando por aí em Barcelona encontramos o conventos das carmelitas descalças. A igreja começou a ser construída em 1913 e inaugurada em 1921. De estilo eclético mistura influências bizantinas, góticas e modernas. O resultado? Lindo!! Mosaicos, lamparinas, arcos em profusão e vitrais, presidida por uma imagem de Nossa Senhora do Carmo.
Dependendo do ângulo parece que estamos em uma mesquita, uma igreja bizantina ou uma igreja católica romana. É paradoxal, mas ficou muito interessante. A igreja está localizada no bairro de Eixample (Expansão) por onde a cidade cresceu durante o século XIX. Ali, os arquitetos, patrocinados pela burguesia industrial barcelonesa, esmeravam-se para projetar casas incríveis. O templo não poderia ficar atrás e se destaca na profusão de novidades arquitetônicas.
Parque Güell
Olá, queridos!
A próxima etapa do circuito Gaudí foi o parque Güell. O conde Guëll adquiriu uma propriedade no que era então uma zona afastada do centro e encomendou um projeto a Gaudí para construir um bairro com 60 casas. Infelizmente, não houve retorno comercial e o que se vê são a entrada, os viadutos, a praça e as colunas do que seria um futuro mercado. Para a felicidade dos milhares de turistas de hoje, a prefeitura comprou o terreno e o abriu como parque público em 1922. Amém!
Além dos belos mosaicos se deduz a concepção que ambos tinham de morar bem. Linhas curvas nas calçadas, elementos místicos, o colorido dos azulejos contrastando com o fundo branco e tudo isso em meio a natureza e uma vista da cidade espetaculares. Os viadutos lembram os arcos das catedrais góticas, mas sem a rigidez das mesmas.
No parque também funciona a casa museu Gaudí, pois ele morou lá durante um tempo. Mas a grande atração é a praça e seus banquinhos ornados com mosaicos. Quando visitamos Lima, no Peru, descubrimos a praça dos Amantes em que os bancos eram ornamentados com mosaicos e versos. Podemos garantir, agoram que as duas são imperdíveis!
A próxima etapa do circuito Gaudí foi o parque Güell. O conde Guëll adquiriu uma propriedade no que era então uma zona afastada do centro e encomendou um projeto a Gaudí para construir um bairro com 60 casas. Infelizmente, não houve retorno comercial e o que se vê são a entrada, os viadutos, a praça e as colunas do que seria um futuro mercado. Para a felicidade dos milhares de turistas de hoje, a prefeitura comprou o terreno e o abriu como parque público em 1922. Amém!
Além dos belos mosaicos se deduz a concepção que ambos tinham de morar bem. Linhas curvas nas calçadas, elementos místicos, o colorido dos azulejos contrastando com o fundo branco e tudo isso em meio a natureza e uma vista da cidade espetaculares. Os viadutos lembram os arcos das catedrais góticas, mas sem a rigidez das mesmas.
No parque também funciona a casa museu Gaudí, pois ele morou lá durante um tempo. Mas a grande atração é a praça e seus banquinhos ornados com mosaicos. Quando visitamos Lima, no Peru, descubrimos a praça dos Amantes em que os bancos eram ornamentados com mosaicos e versos. Podemos garantir, agoram que as duas são imperdíveis!
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Praia !!
Olá, queridos!
Depois de cinco meses sem ver o mar contemplamos a praia em Barcelona. Ah! Que lindo! Vocês não sabem o quanto a gente sente falta. Mesmo ventando e fazendo frio a praia estava cheia de gente. Ficamos encantados com algumas inovações como as espreguiçadeiras de cimento voltadas para o pôr-do-sol, os restaurantes chiques na areia e aparelhos de ginástica em plena areia para o pessoal se exercitar, além de banheiros e chuveiros para os banhistas!
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