sexta-feira, 22 de abril de 2011
Cripta da Catedral de Madri
Olá, queridos!
Para entrar no clima da Semana Santa nada melhor que um post sobre uma das igrejas mais lindas de Madri. A cripta fica exatamente embaixo da catedral de Almudena, possui 400 colunas, vinte capelas com vitrais e imagens lindas. A fim de ressaltar esta beleza toda fizeram uma iluminação especial onde a sensação de amplitude aumenta.
Entre outras pinturas, destaco o retábulo da Assunção de Nossa Senhora. A cripta começou a ser construída antes da catedral e aberta ao culto em 1911.
Na verdade, ali estão enterrados os benfeitores do lugar e religiosos. Ao contrário do que temos visto, até hoje há gente fazendo dali sua última morada.
Para entrar no clima da Semana Santa nada melhor que um post sobre uma das igrejas mais lindas de Madri. A cripta fica exatamente embaixo da catedral de Almudena, possui 400 colunas, vinte capelas com vitrais e imagens lindas. A fim de ressaltar esta beleza toda fizeram uma iluminação especial onde a sensação de amplitude aumenta.
Entre outras pinturas, destaco o retábulo da Assunção de Nossa Senhora. A cripta começou a ser construída antes da catedral e aberta ao culto em 1911.
Na verdade, ali estão enterrados os benfeitores do lugar e religiosos. Ao contrário do que temos visto, até hoje há gente fazendo dali sua última morada.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Garcilaso de la Vega -Toledo II
Olá, queridos!
Estivemos novamente em Toledo. Desta vez com a nobre tarefa de acompanhar minha irmã. Valeu a pena o repeteco porque sempre se descobre algo novo.Fizemos um novo caminho e visitamos o museu visigodo, uma exposição sobre instrumentos de tortura (só eu tive coragem de entrar) e a catedral, óbvio. O bom de Toledo é se perder nas pequenas ruas. Acabei achando a estátua Garcilaso de la Vega, que foi um dos primeiros escritores a relatar as guerras dos espanhóis em solo peruano.
http://www.rumoamadrid.com.br/site/
Estivemos novamente em Toledo. Desta vez com a nobre tarefa de acompanhar minha irmã. Valeu a pena o repeteco porque sempre se descobre algo novo.Fizemos um novo caminho e visitamos o museu visigodo, uma exposição sobre instrumentos de tortura (só eu tive coragem de entrar) e a catedral, óbvio. O bom de Toledo é se perder nas pequenas ruas. Acabei achando a estátua Garcilaso de la Vega, que foi um dos primeiros escritores a relatar as guerras dos espanhóis em solo peruano.
http://www.rumoamadrid.com.br/site/
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Convento das Franciscanas Concepcionistas
Olá, queridos!
Uma igreja com a portas abertas é uma igreja visitada! Dessa vez tive a sorte de visitar o convento de Santa Úrsula da ordem das Franciscanas Concepcionistas. As monjas tem como fundadora santa Beatriz da Silva. Silva?? Pois é! A santa é portuguesa com certeza. No mosteiro ainda vivem nove monjas que pude vislumbrar pela grade.
O templo está em refomas, mas as imagens e quadros são lindos. Há uma confradia que é responsável por duas procissões da cidades: a sexta-feira que antecede a Semana Santa e na sexta-feira da Paixão. O detalhe é que eles saem às seis da manhã! Isso é que ter fé, minha gente.
Uma igreja com a portas abertas é uma igreja visitada! Dessa vez tive a sorte de visitar o convento de Santa Úrsula da ordem das Franciscanas Concepcionistas. As monjas tem como fundadora santa Beatriz da Silva. Silva?? Pois é! A santa é portuguesa com certeza. No mosteiro ainda vivem nove monjas que pude vislumbrar pela grade.
O templo está em refomas, mas as imagens e quadros são lindos. Há uma confradia que é responsável por duas procissões da cidades: a sexta-feira que antecede a Semana Santa e na sexta-feira da Paixão. O detalhe é que eles saem às seis da manhã! Isso é que ter fé, minha gente.
Esculturas interativas
Olá, queridos!
Madrileando por aí realizei três sonhos de posar interagindo com outras esculturas urbanas de Madri. A primeira, localizada no alto da calle Carretas, retrata um lixeiro. É o tipo de profissional que a gente só valoriza quando não está ali. Achei muito justa a homenagem, mas não resisti e acabei dando umas ordens ao rapaz.
A segunda ao lado da mocinha do escritor Juan Valera, cujo monumento é de 1928. A mocinha está lindamente vestidas, mas desolada, com cartas espalhadas pelo chão. Pobrezinha!
Madrileando por aí realizei três sonhos de posar interagindo com outras esculturas urbanas de Madri. A primeira, localizada no alto da calle Carretas, retrata um lixeiro. É o tipo de profissional que a gente só valoriza quando não está ali. Achei muito justa a homenagem, mas não resisti e acabei dando umas ordens ao rapaz.
A segunda ao lado da mocinha do escritor Juan Valera, cujo monumento é de 1928. A mocinha está lindamente vestidas, mas desolada, com cartas espalhadas pelo chão. Pobrezinha!
terça-feira, 19 de abril de 2011
Detalhes de Madri
Olá, queridos!
Resolvi chamar este post de "detalhes" e não de "curiosidades curiosas" porque vou mostrar aquelas pequenas situações que são exatamente isso: diminutas. Para começar o ponto zero de Madri, em frente a sede da prefeitura, na Porta do Sol. Ali, supostamente, é o coração da Espanha. Aliás, a capital está localizada exatamente no meio do país. Os catalães discordam, claro.
Já o outro "detalhe" encontramos perto da Plaza Mayor onde um vovô-relojoeiro faz a alegria dos passantes de hora em hora. É um boneco mecânico muito fofo! Tivemos sorte, pois passávamos em frente exatamente no horário da performance. Ele é conhecido como o relojoeiro da calle del Sal e o autor do desenho é o grande
Mingote.
Para finalizar, passeando rumo ao Círculo de Belas-Artes, o fotógrafo Wagner encontrou um ângulo mais que perfeito das quadrigas. Elas foram colocadas ali em 1922, em cima do Banco de Bilbao. De lá tomam conta de toda cidade e ainda disfrutam de uma vista privilegiada. Inveja branca!
Resolvi chamar este post de "detalhes" e não de "curiosidades curiosas" porque vou mostrar aquelas pequenas situações que são exatamente isso: diminutas. Para começar o ponto zero de Madri, em frente a sede da prefeitura, na Porta do Sol. Ali, supostamente, é o coração da Espanha. Aliás, a capital está localizada exatamente no meio do país. Os catalães discordam, claro.
Já o outro "detalhe" encontramos perto da Plaza Mayor onde um vovô-relojoeiro faz a alegria dos passantes de hora em hora. É um boneco mecânico muito fofo! Tivemos sorte, pois passávamos em frente exatamente no horário da performance. Ele é conhecido como o relojoeiro da calle del Sal e o autor do desenho é o grande
Mingote.
Para finalizar, passeando rumo ao Círculo de Belas-Artes, o fotógrafo Wagner encontrou um ângulo mais que perfeito das quadrigas. Elas foram colocadas ali em 1922, em cima do Banco de Bilbao. De lá tomam conta de toda cidade e ainda disfrutam de uma vista privilegiada. Inveja branca!
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Salir de tapas
Olá, queridos!
Uma das melhores vantagens da Espanha é a quantidade assombrosa de bares. De todas as especialidades, variedades e bolsos. Os madrilenhos costumam dividir a noite em duas: "salir de tapas" quando o povo começa a fazer aquecimento em algum bar e, logo após, o "salir de fiesta" quando a galera vai para alguma boate. As "tapas" são os petiscos que a casa oferece quando o cliente pede uma bebida. Isso mesmo: o-f-e-r-e-c-e! Há cidades que tem, inclusive, circuito de tapas. Domingo fomos ao mais tradicional bairro de Madri para praticar este esporte: La Latina. Começamos com as "patatas bravas" e depois fomos a outro lugar comer croquetas, huevos revueltos e um sanduíche quente de jamón ibérico. De "tapas" nos serviram as típicas azeitonas locais. Ai, meu fígado!
Uma das melhores vantagens da Espanha é a quantidade assombrosa de bares. De todas as especialidades, variedades e bolsos. Os madrilenhos costumam dividir a noite em duas: "salir de tapas" quando o povo começa a fazer aquecimento em algum bar e, logo após, o "salir de fiesta" quando a galera vai para alguma boate. As "tapas" são os petiscos que a casa oferece quando o cliente pede uma bebida. Isso mesmo: o-f-e-r-e-c-e! Há cidades que tem, inclusive, circuito de tapas. Domingo fomos ao mais tradicional bairro de Madri para praticar este esporte: La Latina. Começamos com as "patatas bravas" e depois fomos a outro lugar comer croquetas, huevos revueltos e um sanduíche quente de jamón ibérico. De "tapas" nos serviram as típicas azeitonas locais. Ai, meu fígado!
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