Olá, queridos!
Estava eu no Face quando vi uma daquelas mensagens direcionadas "Primeiro Encontro Europeu de Blogueiros Brasileiros de Viagem", Opa! É comigo !! Pedir para entrar no grupo, fui aceita e agora o sonho vai se tornar realidade. Organizado pela super Cristina Rosa, do blog Sol de Barcelona, os brazucas se encontrarão na cidade condal para tocar experiências sobre este ofício de escrever on-line sobre nossos países de adoção ou simplesmente das nossas viagens. Como não consigo ficar quieta acabei dando sugestões para palestras e no final, vou acabar dando a bendita da conferência também. Fiquem ligados no Rumo a Madri porque iremos fazer sorteio. Semana que vem conto tudo para vocês!
segunda-feira, 6 de outubro de 2014
sábado, 4 de outubro de 2014
Um primeiro dia na creche em Madri
Olá, queridos!
Chega pra todo mundo e chegou para mim. Melhor dito: para nós. Enfrentei o tal do primeiro-dia-na-creche. Confesso que estava mais nervosa que o pimpolho, mas tentando difarçar. Afinal, uma amiga querida me aconselhou a demonstrar confiância em entregá-lo ao professor, pois se nem os pais confiam nele, como a criança o fará?
Tudo estaria bem se não fosse um pequeno detalhe: aqui, em Madri, as creches não fazem a adaptação com os pais. Desde o primeiro dia você deixa o seu filho sozinho na sala de aula. Hein ?? Quase infartei! Já não me bastava a novidade de um homem ser o professor titular do pimpolho vou ter que jogar meu filho às feras desde o primeiro dia ? Tentei explicar isso para a diretora e até ensaiei um "será que a senhora não poderia dar um jeitnho", mas ela foi irredutível.
A explicação é simples: se um pai ou mãe ficassem lá, todas as crianças iriam querer que os pais delas também estivessem ali. Segundo essa teoria, quanto mais os pais ficam, maior será o sofrimento da criança. Contei isso para uma amiga belga e ela disse que na terra dela também fazem deste modo. Achei uma crueldade sem fim, mas que vive fora do país tem que se adaptar a tudo. Para ambientá-lo, levei o pimpolho a uma biblioteca infantil para que ele se visse cadeirinhas, livros e interagisse com outras crianças.
Chegou o glorioso dia. Estava nervosa, mas disfarcei bem. Controlei-me o tempo todo para não chorar e consegui. Quando o levamos para a sala, várias crianças gritavam e meu olho encheu de água. Por sorte, meu marido colocou o pimpolho perto de uns brinquedos e ele se distraiu. Fui me despedir e saí arrastada para não chorar na frente dele.
E para o pimpolho? Como foi a experiência ? Segundo o professor, ele não chorou, o que é normal para muitas crianças.No segundo dia, ele ficou mais uma hora, almoçando lá. Chorou um pouquinho, mas ficou bem. Foi assim toda semana até que um mês passou. Agora, ele está indo bem: chora quando o deixamos, mas em seguida para, dorme toda a siesta e não quer voltar para casa quando o buscamos. Sobrevivemos.
Chega pra todo mundo e chegou para mim. Melhor dito: para nós. Enfrentei o tal do primeiro-dia-na-creche. Confesso que estava mais nervosa que o pimpolho, mas tentando difarçar. Afinal, uma amiga querida me aconselhou a demonstrar confiância em entregá-lo ao professor, pois se nem os pais confiam nele, como a criança o fará?
Tudo estaria bem se não fosse um pequeno detalhe: aqui, em Madri, as creches não fazem a adaptação com os pais. Desde o primeiro dia você deixa o seu filho sozinho na sala de aula. Hein ?? Quase infartei! Já não me bastava a novidade de um homem ser o professor titular do pimpolho vou ter que jogar meu filho às feras desde o primeiro dia ? Tentei explicar isso para a diretora e até ensaiei um "será que a senhora não poderia dar um jeitnho", mas ela foi irredutível.
A explicação é simples: se um pai ou mãe ficassem lá, todas as crianças iriam querer que os pais delas também estivessem ali. Segundo essa teoria, quanto mais os pais ficam, maior será o sofrimento da criança. Contei isso para uma amiga belga e ela disse que na terra dela também fazem deste modo. Achei uma crueldade sem fim, mas que vive fora do país tem que se adaptar a tudo. Para ambientá-lo, levei o pimpolho a uma biblioteca infantil para que ele se visse cadeirinhas, livros e interagisse com outras crianças.
Chegou o glorioso dia. Estava nervosa, mas disfarcei bem. Controlei-me o tempo todo para não chorar e consegui. Quando o levamos para a sala, várias crianças gritavam e meu olho encheu de água. Por sorte, meu marido colocou o pimpolho perto de uns brinquedos e ele se distraiu. Fui me despedir e saí arrastada para não chorar na frente dele.
E para o pimpolho? Como foi a experiência ? Segundo o professor, ele não chorou, o que é normal para muitas crianças.No segundo dia, ele ficou mais uma hora, almoçando lá. Chorou um pouquinho, mas ficou bem. Foi assim toda semana até que um mês passou. Agora, ele está indo bem: chora quando o deixamos, mas em seguida para, dorme toda a siesta e não quer voltar para casa quando o buscamos. Sobrevivemos.
quinta-feira, 2 de outubro de 2014
Profissão expatriadas: uma brasileira em Madri
Olá, queridos!
Acordo e vou ler as notícias; aliás hoje não é mais necessário jornais. Os próprios amigos já se encarregam de comentar as manchetes nas redes sociais. Infelizmente, o assunto do momento é o ônibus incendiado na minha amada Niterói. Queria comemorar que fui entrevistada pelo site Brasileiros Mundo Afora, mas não encontro forças. Afinal, me decido e resolvo dividir com vocês esta vitória e assim contrabalançar o pesadelo de ontem. Dessa vez, o foco é meu trabalho de professora de português em Madri. Espero que gostem!
http://www.brasileiros-mundo-afora.com/2014/10/uma-brasileira-em-madrid.html
Acordo e vou ler as notícias; aliás hoje não é mais necessário jornais. Os próprios amigos já se encarregam de comentar as manchetes nas redes sociais. Infelizmente, o assunto do momento é o ônibus incendiado na minha amada Niterói. Queria comemorar que fui entrevistada pelo site Brasileiros Mundo Afora, mas não encontro forças. Afinal, me decido e resolvo dividir com vocês esta vitória e assim contrabalançar o pesadelo de ontem. Dessa vez, o foco é meu trabalho de professora de português em Madri. Espero que gostem!http://www.brasileiros-mundo-afora.com/2014/10/uma-brasileira-em-madrid.html
quarta-feira, 1 de outubro de 2014
A Bahia é aqui
Olá, queridos!
Agora serei blogueira da revista Brazil com Z, aqui de Madri. Duas vezes por mês vou falar sobre cultura e arte produzida por brasileiros em Madri e na Europa. Começo com o supra sumo da baianidade: Carybé, Caymmi e Jorge Amado. http://www.revistabrazilcomz.com/a-bahia-e-aqui/
Agora serei blogueira da revista Brazil com Z, aqui de Madri. Duas vezes por mês vou falar sobre cultura e arte produzida por brasileiros em Madri e na Europa. Começo com o supra sumo da baianidade: Carybé, Caymmi e Jorge Amado. http://www.revistabrazilcomz.com/a-bahia-e-aqui/
segunda-feira, 29 de setembro de 2014
Igreja de Santo Antonio do Retiro
Olá, queridos!
Mais uma igreja de arquitetura moderna visitada e fotografada: a de Santo Antônio do Retiro, sob os cuidados dos franciscanos. Infelizmente, não encontrei nenhuma informação sobre o templo e terei que investigar mais. Já tinha visitado esta igreja no inverno e a me pareceu tristonha e escura, mas agora, no verão que se acaba, quanta diferença! Com o sol forte batendo em cheio pude admirar os vitrais, as capelas e toda simbologia que remete a vida do santo.
O vitral principal remete ao milagre dos peixes. Santo Antônio foi pregar em uma cidade e seus habitantes não quiseram escutá-lo, assim o religioso foi para a beira do rio e se dirigiu aos peixes, que colocaram a cabeça para fora e ouviram o sermão do santo homem.
Há capelas de são Francisco de Assis e, novamente vemos como o vitral foi usado para evocar os dias que o Pobre de Assis ficou nas montanhas rezando em companhia de um lobo. Ainda há uma capela dedicada a santo Antônio retratado classicamente: com um braço sustenta o Menino Jesus e com a outra, oferece o pão aos pobres. A terceira capela está dedicada a Nossa Senhora do Pilar.
Mais uma igreja de arquitetura moderna visitada e fotografada: a de Santo Antônio do Retiro, sob os cuidados dos franciscanos. Infelizmente, não encontrei nenhuma informação sobre o templo e terei que investigar mais. Já tinha visitado esta igreja no inverno e a me pareceu tristonha e escura, mas agora, no verão que se acaba, quanta diferença! Com o sol forte batendo em cheio pude admirar os vitrais, as capelas e toda simbologia que remete a vida do santo.
O vitral principal remete ao milagre dos peixes. Santo Antônio foi pregar em uma cidade e seus habitantes não quiseram escutá-lo, assim o religioso foi para a beira do rio e se dirigiu aos peixes, que colocaram a cabeça para fora e ouviram o sermão do santo homem.
Há capelas de são Francisco de Assis e, novamente vemos como o vitral foi usado para evocar os dias que o Pobre de Assis ficou nas montanhas rezando em companhia de um lobo. Ainda há uma capela dedicada a santo Antônio retratado classicamente: com um braço sustenta o Menino Jesus e com a outra, oferece o pão aos pobres. A terceira capela está dedicada a Nossa Senhora do Pilar.
sábado, 27 de setembro de 2014
Sete motivos pelos quais a Catalunha deseja separar-se da Espanha
Dando prosseguimento ao nosso artigo sobre as razões que levam a região da Catalunha querer a independência. Antes vimos os motivos pelos quais a Catalunha não deveria separar-se e hoje, damos espaço para os que defendem a independência.
1- Porque a Catalunha já foi um Estado independente
Apesar de se uma questão controversa, a Catalunha existiu como um Estado independente durante a Idade Média ou pelo menos uma parte do que hoje chamamos Catalunha. Bem, é certo que naquela época territórios pequenos tinham seu senhor feudal e sua moeda. Por isso, alguns alegam que a independência só está trazendo de volta aquilo que lhes pertence de direito. No mapa, a região que deseja a independência.
2- Porque os políticos da Espanha são corruptos.
Os catalães acreditam que os políticos da Espanha sejam desonestos e os nascidos ali, não. Questão de opinião. Cá pra nós, não vejo muito diferença entre políticos brasileiros ou espanhóis, mas enfim...
3 - Porque muitos catalães não se sentem identificados com a cultura espanhola.
Este é um debate acadêmico que poderíamos discutir horas e horas. Alguns catalães tendem a ver a cultura espanhola como a cultura de Castilla, do conquistador, posto que foi esta província que dominou as demais (lembram-se de Isabel, de Castela e Fernando, de Aragão, certo ?). Tudo que representaria esta cultura - touradas que foram proibidas recentemente, a bandeira e o hino - seria considerado "estrangeiro" naquele pedaço de terra, e portanto, não-catalão.
4- Porque os catalães tem seu próprio idioma.
Muitas regiões da Espanha tem dois idiomas: o espanhol e a língua local. As escolas ensinam nos dois e a universidade também. Nas ruas da cidade é comum ver placas escritas nos dois idiomas. Isto é mais um motivo para mostrar o quão diferente os catalães são do resto da Espanha.
5- Porque a Catalunha se sente rejeitada pelo governo central.
Talvez a principal queixa: financiação. A Catalunha alega que contribui mais do que recebe do governo central. Sente-se, assim, injustiçada porque aporta mais verba e não as vê retornar em seu benfício. Com a independência todos os recursos ficariam na Catalunha e seriam geridos pelos próprios resolvendo o problema.
6 - Porque a região é rica e estaria fora da crise se fossem independentes.
Completando o anterior. Como se trata de uma região próspera, se estivesse sozinha não estaria enrolada na crise que o governo central, alegam, colocou toda a Espanha. Eles teriam a possibilidade de não ter entrado nesta ciranda financeira ou então, sair mais rapidamente.
7- Porque a Espanha atravessa uma crise política desde a Transição.
Tem gente que não aceita a tese da crise econômica e afirma que a crise, na Espanha, é política, pois os pactos costurados com o fim da ditadura franquista estão sendo desrespeitados. São críticas que vão desde o regime monárquico até as competências que as comunidades autônomas devem ter. Assim, mais valeria constituir outro Estado a fim de sanar essas pendências.
Leia também: os sete motivos pelos quais a Catalunha não deve se separar da Espanha.
1- Porque a Catalunha já foi um Estado independente
Apesar de se uma questão controversa, a Catalunha existiu como um Estado independente durante a Idade Média ou pelo menos uma parte do que hoje chamamos Catalunha. Bem, é certo que naquela época territórios pequenos tinham seu senhor feudal e sua moeda. Por isso, alguns alegam que a independência só está trazendo de volta aquilo que lhes pertence de direito. No mapa, a região que deseja a independência.
2- Porque os políticos da Espanha são corruptos.
Os catalães acreditam que os políticos da Espanha sejam desonestos e os nascidos ali, não. Questão de opinião. Cá pra nós, não vejo muito diferença entre políticos brasileiros ou espanhóis, mas enfim...
3 - Porque muitos catalães não se sentem identificados com a cultura espanhola.
Este é um debate acadêmico que poderíamos discutir horas e horas. Alguns catalães tendem a ver a cultura espanhola como a cultura de Castilla, do conquistador, posto que foi esta província que dominou as demais (lembram-se de Isabel, de Castela e Fernando, de Aragão, certo ?). Tudo que representaria esta cultura - touradas que foram proibidas recentemente, a bandeira e o hino - seria considerado "estrangeiro" naquele pedaço de terra, e portanto, não-catalão.
4- Porque os catalães tem seu próprio idioma.
Muitas regiões da Espanha tem dois idiomas: o espanhol e a língua local. As escolas ensinam nos dois e a universidade também. Nas ruas da cidade é comum ver placas escritas nos dois idiomas. Isto é mais um motivo para mostrar o quão diferente os catalães são do resto da Espanha.
5- Porque a Catalunha se sente rejeitada pelo governo central.
Talvez a principal queixa: financiação. A Catalunha alega que contribui mais do que recebe do governo central. Sente-se, assim, injustiçada porque aporta mais verba e não as vê retornar em seu benfício. Com a independência todos os recursos ficariam na Catalunha e seriam geridos pelos próprios resolvendo o problema.
6 - Porque a região é rica e estaria fora da crise se fossem independentes.
Completando o anterior. Como se trata de uma região próspera, se estivesse sozinha não estaria enrolada na crise que o governo central, alegam, colocou toda a Espanha. Eles teriam a possibilidade de não ter entrado nesta ciranda financeira ou então, sair mais rapidamente.
7- Porque a Espanha atravessa uma crise política desde a Transição.
Tem gente que não aceita a tese da crise econômica e afirma que a crise, na Espanha, é política, pois os pactos costurados com o fim da ditadura franquista estão sendo desrespeitados. São críticas que vão desde o regime monárquico até as competências que as comunidades autônomas devem ter. Assim, mais valeria constituir outro Estado a fim de sanar essas pendências.
Leia também: os sete motivos pelos quais a Catalunha não deve se separar da Espanha.
quinta-feira, 25 de setembro de 2014
Sete motivos pelos quais a Catalunha não deve se separar da Espanha
Agora que os escoceses escolheram
continuar unidos ao Reino Unido (piada infame, eu sei) todos voltam os olhos à
Catalunha onde um referedum (ou uma consulta) será realizado no dia 9 de
novembro. Nesta data, os cidadãos devem responder se querem ou não um Estado
independente. Será que é realmente necessário ? Repasso algumas razões pelas
quais não deveriam fazê-lo:
1-
Porque não é necessário.
A Catalunha já goza de uma importante autonomia dentro do estado
nacional espanhol. Possui sua própria polícia, parlamento, calendário de
eleições, sua forma de recolher impostos, um sistema educativo bilíngue, etc.
Além disso, possuem hino, bandeira e dia nacional (a “Diada”, comemorada em
11/09) exclusivos também.
As únicas áreas em que a Catalunha não tem competência para
gestionar são a política econômica e a política externa. No entanto, quem
decide o que fazer com os impostos são os catalães e não é preciso dar contas
ao governo central. Isso acabou com a crise e agora eles têm que dizer para
onde vai (ou foi) o dim dim.
2- Porque
os cidadãos estão divididos.
Muitos pensam que a população da Catalunha apoia em peso a independência.
Sim e não. De fato, há manifestações que reúnem multidões para reivindicar a
independência, mas ano passado foi significativa a quantidade de catalães que
saiu às ruas para mostrar seu desejo de continuar na Espanha. (Abaixo as bandeiras da Espanha e da Catalunha)
(Foto
abaixo: ato contra a independência, em Tarragona, em 2014.
Fonte: http://www.heraldo.es/noticias/nacional/2014/09/11/mas_000_catalanes_reivindican_senyera_como_puente_con_resto_espana_309591_305.html)
3- Porque
os cidadãos percebem que é uma manobra política:
Aqui
na Espanha, os políticos não ficam nada a dever aos seus pares brasileiros em
termos de corrupção e cara de pau. Muitos cidadãos percebem que a questão é
manipulada pelos políticos que usam isso como argumento para ter mais
concessões do Estado central.
4- Porque
é uma falácia o argumento de “opressão” e “exploração”.
Fala-se muito que a Espanha, o estado central, oprime a Catalunha
desde a conquistada no século 18. Realmente suas instituições foram fechadas na
época e o catalão reduzido à esfera privada; porém, o contexto era outro e aí
sim, havia opressão.
Na história recente isso era mais ou menos certo no final do
século 19 e na época de Franco, que proibiu o catalão e demais símbolos
catalães; mas agradou os empresários barceloneses e catalães com indústrias,
bancos, incentivos fiscais, etc.Com a volta da democracia e a Constituição de
78, isso mudou. A região tem autonomia suficiente para usar todos os seus
símbolos e idioma. Entretanto fica bonito colocar no discurso que “a Espanha
nos oprime, nos explora, pobres de nós”, etc.
5- Porque
a União Europeia já avisou que não aceitará a Catalunha como Estado
independente:
Se a
União Europeia concede este direito à Catalunha, isso significa um apoio às
outras aspirações nacionalistas. Não esqueça que a UE tem a obrigação de
conceder ajuda econômica aos estados membros que se incorporam e não há tanta
grana agora para fazê-lo. (Foto abaixo: ato contra a independência, em Tarragona, em 2014.
Fonte: http://www.heraldo.es/noticias/nacional/2014/09/11/mas_000_catalanes_reivindican_senyera_como_puente_con_resto_espana_309591_305.html)
Fonte: http://www.heraldo.es/noticias/nacional/2014/09/11/mas_000_catalanes_reivindican_senyera_como_puente_con_resto_espana_309591_305.html)
6- Porque
a Catalunha não tem condições econômicas para se sustentar:
Quem injeta dinheiro quando eles precisam são a Espanha e, mais
recentemente, a União Europeia. Várias das infraestruturas construídas ali
foram financiadas com dinheiro da UE. Até aí nada demais, pois esse era um dos
propósitos iniciais da UE.
7- Porque
na Catalunha não vivem somente catalães:
E agora? Quem é catalão? Nascidos na Catalunha? Com avós catalães? Essa
gente toda vai virar “estrangeira” da noite para o dia? E como a Espanha vai
tratar os catalães que moram nas outras regiões? Mistério...
Este
post é um resumo do artigo: "Por que a Catalunha não deve se separar da
Espanha?"
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